segunda-feira, 28 de novembro de 2016

MÚSICOS DO BEM

RARÍSSIMOS SÃO OS EXEMPLOS DE ASTROS DA MÚSICA, COMO É O CASO DE ZECA PAGODINHO, QUE SE DEDICAM A PROJETOS SOCIAIS ENVOLVENDO MÚSICA. VAMOS A UMA NOVA REFLEXÃO?
 * Por Luiz Carlos Rigo Uhlik

Vejam que pessoal de bom coração, colegas músicos:
– Barretos recebe Chitãozinho e Xororó em prol do HCB - Hospital de Câncer de Barretos.
– Fernando e Sorocaba dão nome a ala de Câncer do mesmo Hospital.
Outros colaboradores: Jorge e Mateus, Victor e Leo, Sandy e Júnior, Sérgio Reis, Roupa Nova, Daniel...
– Ivete Sangalo se emociona e chora em show beneficente na Bahia.
Outros colaboradores deste mesmo evento: Victor e Leo e os cantores Saulo Fernandes, Flávio Venturini e Jorge Vercillo.
– Planet Hemp fará show beneficente no Rio de Janeiro.
– Sertanejos fazem show beneficente em Curitiba para o Hospital Angelina Caron. Participação das duplas Fernando & Sorocaba, João Bosco & Vinicius e Breno & Caio César.
– Roberto Carlos no Espaço das Américas, em apoio à Sociedade Israelita Brasileira Albert Einstein.
– ....

Lindo, não? E os Shows beneficentes para a música, para os músicos, para as escolas de música? Onde estão?

A nossa classe está passando por sérias dificuldades e não vemos nenhum artista fazendo algo pelos colegas. O nosso “câncer” já é bem maior do que o “original” e nada dos colegas “do bem” ajudarem os colegas em dificuldades. Raríssimos são os exemplos de astros da música que se dedicam a projetos sociais envolvendo Música. 

Por incrível que pareça, Zeca Pagodinho faz um trabalho social fantástico na casa dele. Isso, mesmo: na casa dele. E, entre as atividades, Música, é claro! Deveria ser assim com toda essa turma "GRANDE" da Música.


Tempos atrás vi uma série de postagens no Face enaltecendo Sergio Reis porque doa todo o seu salário de Deputado Federal para o HCB - Hospital de Câncer de Barretos.

Espera aí, meu amigo Músico, meu companheiro de jornada: Deputado Federal recebe salário para legislar; aliás, a verba de gabinete de um Deputado Federal faz inveja às Grandes Empresas no Brasil. Doar o salário não é, basicamente, nada diante da verba de Gabinete...

Se ele tem intenção de doar o seu salário que o promova sem fantasia. Entretanto, gostaria que ele recebesse o seu salário de Deputado Federal e que defendesse a nossa classe. Afinal de contas estamos precisando de:
– redução de impostos nos Instrumentos Musicais;
– isenção de impostos para a aquisição de Instrumentos Musicais para Músicos Profissionais;
– leis de incentivo à Música;
– instituição plena (não no papel) da nossa Arte nas Escolas do Fundamental e Ensino Médio;
– incentivos fiscais para empresas que utilizam música ao vivo nos seus eventos;
– valorização da música ao vivo em hotéis e grandes restaurantes;
– ....


Por isso reforço a minha boa e velha frase:
''Nunca sei quando um gesto bom é feito da probidade ou da oportunidade.''

Quando é que vamos promover eventos, atividades, ação entre amigos, com o objetivo de melhorar o ensino musical e espalhar música por todos os cantos deste país?

Estamos morrendo; o câncer já está instalado no nosso setor. E, os bons, os fortes, os amigos de bom coração, não fazem absolutamente nada.

Nada, nada, nada.

Não vemos praticamente ninguém se dispor a espalhar conhecimento musical pelos quatro cantos do país.

Se eu precisar melhorar o meu envolvimento no meio artístico, aqui vai: O UHLIK VAI FAZER UM SHOW BENEFICENTE EM PROL DA AACD, junto com os virtuoses Cristian Budu, Hercules Gomes, André Mehmari, Cesar Camargo Mariano, Ivan Lins!
Pronto! Fiquei famoso!

Cadê as “Fundações” Gilberto Gil (que já foi até Ministro da Cultura), Caetano Veloso, Roberto Carlos, Sérgio Reis, Frank Aguiar, Ivete Sangalo, Milton Nascimento (que sempre vai aonde o povo está...)? Cadê essa turma toda?

Com a crise no nível em que está é claro que as famílias tendem a cortar as despesas envolvendo cultura, principalmente música.

Então, a boa iniciativa, a iniciativa forte deveria partir dos “Músicos do Bem”!
Mas, cadê os “Músicos do Bem”?

Vou radicalizar: o tráfico de drogas (que envolve a grande maioria dos “Músicos do Bem”) é mais organizado, mas muito mais organizado, ajuda muito mais os “companheiros”, do que a nossa classe.

Alguém?

Toc, toc, toc...

Alguém?

Avante!


Muitas Emoções, mesmo!
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*Amante da música desde o dia da sua concepção, no ano de 1961, Luiz Carlos Rigo Uhlik é especialista de produtos e Consultor em Trade marketing da Yamaha do Brasil., além de colunista nas Revistas Keyboard Brasil e Música & Mercado.

A VOLTA DO LP: um artigo de luxo com qualidades e defeitos

NUMA ÉPOCA ONDE BAIXAR MÚSICAS É ALGO INEVITÁVEL, O VINIL – UM ARTIGO DE LUXO COM QUALIDADES E DEFEITOS – VOLTOU A FAZER PARTE DA VIDA DE MUITAS PESSOAS, POR SERUMA EXPERIÊNCIA TÁTIL, VISUAL E AUDITIVA. QUAL DELES VOCÊ PREFERE?

Na revista inglesa “Gramophone” do último mês de junho um artigo de capa (“What lies behind the renewed appeal of vinyl”) destaca a volta do LP no combalido comércio de gravações. O artigo destaca que enquanto o comércio de CDs decai ano a ano o comércio de LP registra uma discreta alta. Outros artigos apareceram inclusive na imprensa brasileira e aqui mesmo na Gazeta do Povo, mas em todos os artigos, inclusive no da revista inglesa, não se tocou no espinhoso assunto do preço e nem há algo mais específico a respeito das notáveis qualidades do LP para as gravações de música clássica. Vamos a estes pontos.

– O PROIBITIVO PREÇO DOS NOVOS LPs
Quando o compositor britânico-alemão Max Richter assinou um contrato de exclusividade com a Deutsche Grammophon em 2014, sua condição foi a de que seus álbuns fossem lançados em vinil.


Algumas gravadoras importantes de música clássica (Deutsche Grammophon, Warner, Universal para citar algumas) vendem atualmente alguns títulos de seu catálogo no formato de LP. Existe a limitação do tempo de gravação comparando-se o CD e o LP, pois enquanto o CD aguenta 80 minutos com tranquilidade, o LP não consegue uma boa qualidade acima dos 50 minutos. Por isso os itens são lançados em LP com menos conteúdo do que o CD equivalente. O que mais salta aos olhos é a diferença de preço. Na campeã de comércio on line, a Amazon (amazon.com), o preço de um LP de música clássica custa de duas a três vezes mais do que o equivalente em CD. Os mais baratos saem por U$ 30 sendo que o envio para o Brasil, por se tratar de um produto mais delicado, custa muito mais caro. A média de preço do site brasileiro cdpoint.com.br cobra em média 280 reais por LP, mais o envio, que também é mais caro do que o envio de CDs.

Sair atrás de LPs usados em sebos nem sempre é uma boa saída. Os LPs clássicos prensados no Brasil antes do surgimento do CD tinham uma qualidade sofrível. Os LPs importados em boas condições estão tão valorizados nos nossos sebos que seu preço chega a assustar. Os LPs que vem sendo prensados no exterior apresentam uma qualidade excepcional e pelo que sei não há prensagens novas de LPs clássicos no Brasil.

Em resumo, o LP seja ele novo ou usado, quando está em boas condições é um artigo de luxo.

– AS MUITAS QUALIDADES E OS DIVERSOS DEFEITOS DO LP
Só ouvindo um disco bem limpo é que se percebe todo o poder do vinil. Essa é uma máquina de lavar LPs japonesa.

O LP apresenta uma reprodução sonora muito superior ao CD. Fiz uma vez o teste junto a um amigo, quando comparamos três gravações em LP e em CD dos mesmos registros: de Richard Strauss “Assim falou Zarathustra” com a Sinfônica de Chicago regida por Fritz Reiner. De Smetana poemas sinfônicos (Hakon Jarl, Ricardo III, etc.) com a Orquestra da Rádio Bávara regida por Rafael Kubelik. Finalmente de Wagner “O crepúsculo dos deuses” com a Filarmônica de Viena regida por Georg Solti. O resultado foi surpreendente. A gravação de Fritz Reiner soava achatada na versão em CD enquanto que no velho LP (ainda monaural) soava com profundidade, com riqueza e sutilezas. Os poemas de Smetana apresentaram uma diferença ainda maior: em LP uma tomada de som excepcional, com profundidade e equilíbrio. Em CD um som metálico e estridente distorcia a bela execução da orquestra alemã. Mas a surpresa maior veio ainda na ópera de Wagner. Em CD a voz de Birgit Nilsson (grande soprano dramático) e de Wolfgang Windgassen (um dos maiores tenores de sua geração) soavam de maneira indigna quando comparadas à versão em LP, e a Filarmônica de Viena em CD perdia uma parte considerável de suas incontáveis qualidades. Especialmente os sons agudos (violinos, flautas) soam de maneira bem ruim em CDs em geral. Ao que parece há um acerto maior nos sons graves, mas as conduções melódicas nos naipes de violinos soam de forma sofrível.

A conclusão foi mesmo de que a qualidade de registro é infinitamente superior no LP do que no CD. No entanto é importante lembrar dos problemas que o LP apresenta: ocupa muito mais espaço do que o CD, risca e suja com facilidade e não é prático em diversas situações.

Quando fizemos a comparação entre as gravações em CD e LP meu amigo tinha uma máquina de lavar LPs japonesa (caríssima) sem a qual seria difícil ouvir os exemplares mais antigos. Voltando às questões práticas do LP, ninguém é capaz ouvi-lo no carro por exemplo e no caso de uma ópera existe a necessidade de um “senta levanta” contínuo para virar de lado (sim, o LP tem Lado A e Lado B).
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Osvaldo Colarusso é maestro premiado pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA). Esteve à frente de grandes orquestras, além de ter atuado com solistas do nível de Mikhail Rudi, Nelson Freire, Vadim Rudenko, Arnaldo Cohen, Arthur Moreira Lima, Gilberto Tinetti, David Garret, Cristian Budu, entre outros. Atualmente, desdobra-se regendo como maestro convidado nas principais orquestras do país e nos principais Festivais de Música, além de desenvolver atividades como professor, produtor, apresentador, blogueiro e colaborador da Revista Keyboard Brasil.

** Texto retirado do Blog Falando de Música, do jornal paranaense Gazeta do Povo.

sábado, 26 de novembro de 2016

VIVENDO DE MÚSICA NO BRASIL ATRAVÉS DA ORQUESTRA PARA CASAMENTO

EXISTEM, NO BRASIL, ALGUMAS ESCOLAS E CONSERVATÓRIOS ESPECIALIZADOS NA PREPARAÇÃO DE MÚSICOS PARA ORQUESTRA, UMA DELAS É O CONSERVATÓRIO DE TATUÍ, NO ESTADO DE SÃO PAULO, DE ONDE SURGIU UM DOS GRANDES GRUPOS MUSICAIS DA CIDADE. TRATA-SE DA CAMERATA LES ENSEMBLES, DA QUAL FAÇO PARTE COMO PIANISTA E ACORDEONISTA E QUE DESTACO NESSE ARTIGO.
* Por Hamilton de Oliveira

A celebração do matrimônio é sempre um momento único para o casal e seus familiares que planejam com antecedência todos os detalhes do evento, desde a fotografia, passando pela decoração, vídeo, cerimonialista, igreja, música, entre outros.

A música – relacionada como um dos itens mais importantes nesse tipo de evento – está diretamente ligada com o afeto e a emoção desde a entrada dos padrinhos no cortejo até a saída do casal da igreja, planejada em conjunto com os noivos antecipadamente. Embora existam várias formações musicais para uma celebração de matrimônio, nesse artigo falarei de uma formação específica, que é a orquestra especializada em casamentos.

No Brasil, existem várias formações orquestrais para os diversos fins, tais como festas, congressos, shows, exposições, cerimônias, etc. Para ser um músico de orquestra, é preciso muito empenho e estudo, uma preparação de, pelo menos, cinco anos ou mais em seu instrumento. Existem, no Brasil, algumas escolas e conservatórios especializados na preparação desses músicos, uma delas é o Conservatório de Tatuí, no Estado de São Paulo.

Tatuí é conhecida mundialmente como a capital da música, dali surgem anualmente grandes músicos que despontam no cenário nacional e internacional. O Conservatório de Tatuí existe desde a década de 50 e é referência até hoje no que diz respeito à qualidade musical.

Um dos grandes grupos musicais da cidade é destaque nesse artigo. Trata-se da Camerata Les Ensembles, o qual faço parte como pianista e acordeonista. O grupo, que existe há 11 anos, era inicialmente um quarteto de músicos do Conservatório comandada pelo Maestro Cláudio Casarini com o intuito de servir de base como apoio da orquestra. Com o passar dos anos, o então diretor do Conservatório Antônio Carlos Neves Campos convidou o grupo para fazer parte da função pedagógica da escola.

Após algum tempo ajudando o Conservatório como base de apoio da orquestra, o grupo decidiu trilhar seu próprio caminho e passou a fazer um trabalho independente na cidade com objetivo de tocar nas cerimônias e eventos locais. Wilson Mendes de Oliveira adentrou ao grupo e passou a cuidar da parte administrativa e, logo em seguida, entrou Alisson Ribeiro, responsável pelo marketing e produção artística dos músicos.

Desde então, a Camerata cresce a cada ano e conta hoje com diferentes formações musicais para eventos de recepção e cerimônia, desde um quarteto de cordas até uma orquestra com mais de 50 músicos e regente.

Fernando Pires, violinista e diretor artístico da Orquestra explica que o nome “Camerata” surgiu devido a música de câmara, que é a música erudita composta para um pequeno grupo de instrumentos ou vozes que tradicionalmente podiam acomodar-se nas câmaras de um palácio. Atualmente, a expressão é usada para qualquer música executada por um pequeno número de músicos.

Os repertórios da Camerata Les Ensembles de Tatuí são elaborados em comum acordo com os noivos, sempre com um arranjo exclusivo para cada música, o que torna o momento único e especial. Wilson conta que existem solos para diversos instrumentos como harpa, violino, piano, oboé, clarinete, flauta e até acordeon, o que faz da orquestra umas das mais requisitadas atualmente no mercado de cerimônias e eventos diversos. Um coral de vozes também faz parte do grupo agregando sonoridade com vozes divididas entre os barítonos, tenores, contralto e sopranos.


Com escritórios em Sorocaba e Tatuí, a Camerata Les Ensembles se consolida hoje como uma das mais importantes orquestras do cenário nacional, que além de cerimônias e eventos, também mantém um trabalho de cunho social em asilos, escolas e igrejas, como o concerto de Natal que acontecerá no próximo dia 18 de dezembro na Paróquia Santuário Nossa Senhora da Conceição em Tatuí, interior de São Paulo às 20h00.  

Até breve.

SAIBA MAIS Camerata Les Ensembles:

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* Hamilton de Oliveira iniciou seus estudos no Curso de MPB/Jazz no Conservatório de Tatuí, formou-se em Licenciatura pela UNISO no curso de Música e Pós-graduou-se pelo SENAC em Docência no Ensino Superior. É maestro, tecladista, pianista, acordeonista, arranjador, produtor musical, professor e colaborador da Revista Keyboard Brasil.


Myroslav  Levytsky -Transmitindo emoções através do álbum 'The Elegant Dualism'



DO DRAMA VIVIDO NA UCRÂNIA, ÀS PERDAS FAMILIARES, SURGIU UM ÁLBUM  QUE TRANSBORDA EMOÇÕES COMPLEXAS.

* Por Heloísa Godoy Fagundes

Nascido na Ucrânia, Myroslav Levytsky é pianista, compositor, produtor e líder do grupo de jazz-rock ucraniano Braty Bluzu. Seu amor pela música vem desde a infância, como ele mesmo diz: “Comecei a fazer música na infância, e sempre gostei disso. Meu amor pela música começou ao tocar o piano, e minha primeira música que resolvi mostrar para o público foi 'Just a moment', que escrevi aos 21 anos. Desde então, eu a incluo em meu repertório em cada show.”

Sobre seu recente trabalho 'The Elegant Dualism', Myroslav ressalta: “A produção do álbum começou em outubro de 2014 no estúdio 'Bizzy Man Studio', em Viena. Tive a ajuda do meu amigo de longa data, o guitarrista Ransom Newland, da Holanda. 'The Elegant Dualism' é o resultado do trabalho duro de Ransom, e a criatividade que tivemos em estúdio. Este álbum é um duo acústico - piano e guitarra. É uma mistura de jazz, acústico, rock, rock psicodélico, com um toque ucraniano. 'The Elegant Dualism' foi lançado no início de 2015 pelo selo austríaco 'Jive Music'. O álbum contém quatro músicas de minha autoria e três de Ransom.”

UM COQUETEL DE EMOÇÕES HUMANAS COMPLEXAS
'The Elegant Dualism', de Myroslav Levytsky é um duo acústico composto por piano e guitarra, uma mistura de jazz, acústico, rock e rock psicodélico com um toque ucraniano.

Um álbum que veio em um período cheio de tristeza e desgraça para Myroslav. A primeira tragédia ocorreu em março de 2013, quando o baixista Andrei Melnik com quem tocava por 20 anos com a banda Braty Bluzu, morreu numa clínica de oncologia em Nova York. Em outubro de 2013,  seu pai também faleceu. Em seguida, na Ucrânia começaram eventos muito dramáticos. “As músicas 'Soundtrock to my life', 'Orange Evolution' e 'European Peace' foram escritas em 2014 quando eu passava por uma profunda tristeza, elas foram minhas verdadeiras inspirações. ”

Inspirado por muitas lendas da música, o músico declara: “Todo mundo tem seus músicos favoritos, aqueles que te inspiram, eu sou inspirado por inúmeros deles, como Mozart, Beethoven, Bach, Rachmaninov, Sting, Peter Gabriel, Keith Jarrett, Oscar Piterson, Dave Grusin, Enio Morikone, ABBA, Tchaikovsky, Herbie Hancock, Schubert e Schumann.” Mesmo ressaltando a inspiração por músicos renomados, Myroslav acredita que é importante para os músicos a originalidade. Fazer sua própria música e fazê-la com amor. “Eu acho muito importante ter seu estilo de tocar, a sua forma, suas notas. Ser você mesmo, não importa que tipo de música você está apresentando.” E, finaliza contando o desejo de realizar um concerto na cerimônia do Prêmio Nobel em Estocolmo. Tendo, na plateia, família e amigos mais íntimos.


Atualmente, e sem perder tempo, o músico trabalha em um novo álbum. Vem novidades por aí!

SAIBA MAIS SOBRE MYROSLAV Levytsky:

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* Heloísa Godoy Fagundes é pesquisadora, ghost writer e esportista. Amante da boa música, está há 10 anos no mercado musical de revistas. Já trabalhou na extinta Revista Weril e atualmente é publisher e uma das idealizadoras da Revista Keyboard Brasil.

LULU MARTIN APRESENTA O SOM DOS ACORDES
Exercícios de acordes para piano de Jazz

RESULTADO DE UMA VIDA INTEIRA DEDICADA À PRÁTICA MUSICAL, AGORA NA VERSÃO E-BOOK, O SOM DOS ACORDES FOI ESCRITO PARA TODOS AQUELES QUE ESTUDAM COMPOSIÇÃO, ARRANJO E ORQUESTRAÇÃO.
* Redação

Lulu Martin é pianista e tecladista carioca renomado. Recebeu formação musical nos EUA, através da Berklee College of Music, renomada escola de música popular e Jazz situada em Boston, EUA. 



Compositor de trilhas musicais para produções de audiovisual; músico acompanhante em shows, projetos musicais e gravações de discos de artistas nacionais da MPB como: Luís Melodia, Raul de Barros, Márcio Montarroyos, Ed Motta, Lulu Santos, Joanna, Tim Maia, Moreira da Silva, Ney Matogrosso, Ângela Roro, Otávio Bonfá, Orquestra Tabajara, Leo Gandelman e muitos outros; além de ex artista da gravadora Wea, com o grupo Heróis da Resistência. 

Lulu também é professor particular de piano; coordenador e professor do projeto Painéis Funarte de Música; criador de fonogramas publicitários no Studio Nova Onda, imagem e som Ltda; criador de fonogramas musicais para a editora SongBirdtracks. 

Autor do livro de grande sucesso O Som dos Acordes – exercícios para piano de Jazz – um condensado do conhecimento musical adquirido ao longo da vida profissional do brilhante músico – escrito com o intuito de organizar e facilitar o estudo das diferentes tonalidades musicais e melhorar a compreensão das relações entre escalas e acordes, O  Som dos Acordes tornou-se um trabalho bem estruturado para aqueles que necessitam entender melhor como fazer todas as inversões e voicings ao piano. Publicado pela editora carioca Gryphus, atualmente, está disponível também a versão e-book.

Autor: Lulu Martin
Editora: Gryphus
Páginas: 70

SAIBA MAIS SOBRE LULU MARTIN:
https://www.facebook.com/lulu.martin.71
https://www.youtube.com/user/lulumartin



PLEBE RUDE & GUNS N’ROSES

CONSIDERADA UMA DAS BANDAS MAIS IMPORTANTES DE PUNK ROCK DOS ANOS 80, ESSE ANO, A PLEBE RUDE TOCOU NA ABERTURA DA TURNÊ DO GUNS N' ROSES NO BRASIL NAS CIDADES DE SÃO PAULO, RIO DE JANEIRO, CURITIBA E BRASÍLIA.
* Por Press Pass

A Plebe Rude surgiu em 1981, em Brasília, em meio a efervescência roqueira da capital federal. A banda lançou quatro álbuns – O Concreto Já Rachou (1985), Nunca Fomos Tão Brasileiros (1988), Plebe Rude (1990) e Mais Raiva do que Medo (1993) – e em meados da década de 90 decidiu dar uma pausa na carreira.


Em 2000 retomou às atividades, com o álbum ao vivo Enquanto a Trégua Não Vem. Em 2006, lançaram o álbum R ao Contrário. Atualmente, a banda é formada por Philippe Seabra (guitarra e voz) e André X (baixo), fundadores da Plebe, Clemente (Inocentes) (guitarra e voz), e o brasiliense Marcelo Capucci (bateria), e viaja o país com a turnê comemorativa de 30 anos do álbum de estreia, O Concreto Já Rachou, considerado pela Revista Rolling Stone um dos 100 melhores discos da música brasileira. O último trabalho da banda, Nação Daltônica (2014) também faz parte do repertório dos shows.

Guns n´ Roses Not In This Lifetime Latin America Tour/2016 trouxe a formação clássica do Guns n' Roses, com Axl Rose, Slash e Duff McKagan, juntos depois de 23 anos.


Em uma fase especial de sua carreira está Axl, como o vocalista de duas das mais importantes e icônicas bandas do rock mundial: o GUNS N´ROSES e o AC/DC. No dia 23 de junho o GUNS iniciou turnê pelos Estados Unidos com uma apresentação em Detroit e seguiu tocando nas principais cidades americanas, sempre com ingressos esgotados. Durante a apresentação na cidade de Cincinnati, Axl convidou o baterista Steven Adler para acompanhar a banda. Além de empolgar os fãs, com sua energia e os clássicos da banda, o GUNS tem chamado a atenção do público por sua pontualidade, na maioria das vezes começando a apresentação cinco minutos antes do horário marcado.

Formada em 1985, na California, pelo vocalista Axl Rose, os guitarristas Slash e Izzy Stradlin, o baixista Duff McKagan e o baterista Steven Adler, o GUNS N´ ROSES se destacou no cenário musical de Los Angeles e logo gravou seu primeiro álbum, Appetite for Destruction. O disco chegou ao topo da parada americana e vendeu mais de 30 milhões de cópias ao redor do mundo, se tornando um fenômeno mundial. No início da carreira abriu shows do Iron Maiden e Rolling Stones, mas logo passou a lotar estádios. Durante a carreira lançou seis álbuns e, mesmo com a saída dos membros originais, se manteve nos palcos e nas paradas.

Em 1990, lançou o álbum duplo Use Your Illusion com uma turnê que durou 26 meses e passou por 32 países. Em 94 gravou “Sympathy for the Devil” dos Stones, que faz parte da trilha do filme Entrevista com o Vampiro. Em 2001 tocou no Rock in Rio III para um público de 240 mil pessoas. Depois de 13 anos de espera, em 2008, lançou o álbum Chinese Democracy e teve a faixa  “Shackler's Revenge” incluída no vídeo game Rock Band. Em 2012 entrou para o Rock and Roll Hall of Fame e comemorou os 25 anos de seu primeiro lançamento com shows no Hard Rock Casino, em Las Vegas.

SAIBA MAIS SOBRE A BANDA PLEBE RUDE:
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* Fundada em 2006, a PRESS PASS é uma  agência de comunicação e marketing que busca criar as melhores estratégias do mercado para comunicar as histórias de seus clientes/parceiros de forma criativa e sustentável. No campo da MÚSICA, a Press  Pass realiza a Assessoria de Imprensa; Gestão de Carreira; Captação de Recursos e Parcerias; Assessoria de Imagem e Identidade Visual e Gestão de Redes Sociais.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

MARCIO THADEU

A SEÇÃO PERFIL DESSE MÊS TRAZ DE IBIUNA, NA BAHIA, O MULTIINSTRUMENTISTA, PROFESSOR, ARRANJADOR, RECITALISTA E AFINADOR DE PIANOS QUE, POR ONDE PASSA, DEIXA MARCAS DE AMOR, INTENSIDADE E OUSADIA. SEU NOME? MARCIO THADEU.

*Redação

Marcio Thadeu estreou aos 5 anos na música, acostumando-se com recitais semestrais e apresentações semi profissionais desde pequeno.

Multiintrumentista, professor de música e harmonia funcional avançada, recitalista, afinador de piano e arranjador, Marcio Thadeu possui formação clássica e popular em instrumentos como piano, violão e bateria. Nascido em Itabuna (Bahia), estreou cedo na música: aos 5 anos já estudava órgão na franquia Minami-Brasil. Aos 11, iniciou seus estudos de piano clássico. Aos 14 anos de idade, apaixonou-se por bateria estudando de tal ordem que tornou-se o primeiro endorser da extinta “Solo Pro” (Atual Orion Cymbals), RMV (peles) e parceiro Pearl, ainda pela Brazil Percussion, sendo avaliado pela revista nacional B&P em 2001.

O toque moderno, vivo e viceral em suas músicas, fez com que o músico passasse a fazer parte da imprensa regional e estadual. Logo, tornou-se pianista titular do Txai Resort por 11 anos e do Transamérica Resort, em  Comandatuba (Bahia) por 8 anos, onde estabeleceu laços de amizade e parcerias fundamentais até hoje para sua então, estreante carreira como solista, interprete e afinador/técnico de pianos  (este último, sendo realizado para ícones como Cristovão Bastos, Nana Caymmi,  Nelson Ayres, Claudio Vettori da CBM, o cubano Yaniel Matos, entre outros).

Participou de festivais importantes na Bahia como o “Aleluia Ilheus” por duas edições, realizou workshops em inúmeras igrejas e lojas pelo Estado baiano.
Marcio Tadeu formou-se em Recursos Humanos pela Universidade do Norte do Paraná pensando em uma melhor atuação na qualidade de gestão cultural.  Autor de 3 CDs (um de estúdio e dois ao vivo) e 3 DVDs (2007, 2010 e 2012), teve seu arranjo escolhido como VENCEDOR do concurso estadual do Hino municipal de Itabuna, com a melodia do compositor Carlos Correia. Tocou com dezenas de artistas gospel de renome nacional e já gravou mais de 100 discos como sideman, sendo 8 desses como diretor musical e arranjador. Durante a Expomusic 2015, ministrou workshops de piano pela Casio. 

Atualmente, reside na capital baiana, é estudante de Música na Universidade Claretiano em Feira de Santana (Bahia), a 100 km da capital, além, de ser Coaching em PNL e pianista titular do Yacht Club da Bahia.


Simpático, comunicativo e empreendedor, por onde passa deixa sua marca de amor, intensidade e ousadia no que faz.

SAIBA MAIS: